13 – Atendimento Emergência
Uso do Desfibrilador “DEA”
1- Informativo
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O uso obrigatório deste equipamento “DEA” Desfibrilador Externo Automático, já é usado a muitos anos nos Estados Unidos e agora no Brasil, surgiu principalmente em conseqüência de um evento esportivo em uma partida de futebol entre as equipes do São Paulo Futebol Clube e São Caetano no estádio do Morumbi no dia 27.10.04 onde o zagueiro Serginho (30 anos) do São Caetano, subitamente caiu sozinho em campo as 21h55 em conseqüência de uma parada cardíorespiratória. Foi prontamente atendido pelos médicos das duas equipes que tentaram reanimá-lo em campo com massagem cardíaca e respiração boca-a-boca, infelizmente o caso era mais grave.Transferido ao hospital não resistiu e morreu as 22h45.
A seguir outros fatos se constatavam, 25 de janeiro de 2005 o jogador – Miklos do Benfica, durante uma partida contra o Vitória de Guimarães em Portugal, repetiu-se a mesma cena ocorrida com Serginho.Um ano antes, o camaronês Marc-Vivie também morreu em campo pela Copa das Federações. |
2- Desfibrilador “DEA” agora é lei!
A Prefeitura de São Paulo, através do Decreto 49.277, em 04 de março de 2008, passa a exigir o uso obrigatório deste equipamento nos seguintes locais:
Nos Aeroportos, Shopping Centers, Centros Empresariais, Estádios de Futebol, Hotéis, Hipermercados e Supermercados, Casas de Espetáculos e locais de trabalho com concentração acima de 1000 (mil) pessoas ou circulação média diária de 3.000 (três mil) ou mais pessoas, os Clubes ou Academias com mais de 1.000 (mil) sócios e as Instituições Financeiras e de Ensino com a concentração ou circulação média diária de 1.500 (mil e quinhentas) ou mais pessoas deverão manter aparelho desfibrilador automático em suas dependências, determinando um fluxo que permita a disponibilidade ao paciente em até 5 (cinco) minutos após constatado o evento.
Quem desrespeitar estará sujeito a multa de R$2.000,00 que pode ser renovada semanalmente.
A Work Fire está desenvolvendo este Treinamento para os usuários deste equipamento Desfibrilador DEA – Desfibrilador Externo Automático e ainda representamos a Medical, que é o representante do fabricante do equipamento, onde poderemos também mediar a comercialização e o fornecimento do equipamento.
3 – Conteúdo Programático do Curso
Programa do Treinamento
* Aspectos legais do Atendimento Pré-hospitalar;
* Biossegurança e Avaliação da cena de Emergência;
* Estruturação dos serviços de Emergência Médico público e privado;
* Avaliação Inicial da Vítima;
* Emergências Médicas: Crises Convulsivas (Epilepsia), Acidente Vascular Cerebral (Derrame), Infarto
Agudo do Miocárdio;
* Conceito da “ Corrente de Sobrevivência”;
* Reanimação Cardiopulmonar e Desobstrução de Vias Aéreas para vítimas com idade superior a 8 anos,
conforme protocolos da American Hearth Association;
* Utilização do Ressuscitador manual tipo “AMBU”
* Emprego do DEA - Desfibrilador Externo Automático;
* Utilização de manequins para RCP, equipamentos de proteção individual para reanimação, simulador do DEA - Desfibrilador Externo Semi-automático;
Obs.: 1 - Carga Horária de 8 h/aula
2 - Número máximo de participantes 20 (vinte)
3 - Podendo ser ministrado em nosso Centro de treinamento ou em vossa empresa “in company”.
4 –Da Legalidade
Decreto N° 49.277, de 4 de março de 2008
Regulamenta a Lei n° 13.945, de 7 de janeiro de 2005, alterada pela Lei n° 14.621, de 11 de dezembro de
2007,que dispõe sobre a obrigatoriedade da manutenção do aparelho DEA - Desfibrilador Externo
Automático nos locais que designa, revoga o Decreto n° 46.914, de 17 de janeiro de 1996.
GILBERTO KASSAB, Prefeito do Município de São Paulo,no uso de suas atribuições que lhe são
conferidas por lei.Considerando que as alterações introduzidas na lei n° 13.945,
De 7 de janeiro de 2005, pela Lei n° 14.621, de 11 de dezembro de 2007, demandam a expedição de novas
normas regulamentares,
D E C R E T A:
Art. 1°. A Lei n° 13.945, de 7 de janeiro de 2005, alterada pela Lei n° 14.621, de 11 de dezembro de 2007,
fica regulamentada nos termos deste decreto.
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